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Conheça os exames de admissão que são exigidos no application

Conheça os principais exames de admissão para as universidades do exterior.

Os processos de admissão das universidades do exterior são bem diferentes dos vestibulares brasileiros. A maioria das instituições internacionais de ensino superior avalia o desempenho acadêmico dos candidatos com base no histórico escolar e em testes padronizados. Além disso, os estudantes também precisam apresentar seus resultados em uma prova de proficiência.

Quer saber o que são, como funcionam e quais são as principais diferenças entre os exames de admissão requisitados nos processos de candidatura das instituições internacionais de ensino superior? Então continue a leitura para descobrir as respostas para essas perguntas.

 

Conheça os principais exames de admissão para as universidades do exterior

Existem dois tipos de exames de admissão que costumam ser exigidos nos processos seletivos das instituições internacionais de ensino superior: os testes padronizados e as provas de proficiência.

“Os testes padronizados são utilizados como uma forma de entender se o conhecimento adquirido pelos candidatos durante suas trajetórias acadêmicas é suficiente para eles acompanharem uma graduação, além de contribuírem para a criação de um ambiente de estudos favorável nas universidades pretendidas. Já as provas de proficiência visam comprovar a fluência dos estudantes em uma determinada língua, de forma a garantir que eles não tenham dificuldade para acompanhar as aulas ministradas naquele idioma”, explica Fernanda Fanganiello Cossa, college counselor do Colégio Etapa Valinhos.

“Os testes padronizados são aplicados para todos os candidatos, com conteúdo, critérios de avaliação, duração, formato, número e nível de dificuldade das questões iguais, independentemente do país de origem dos estudantes. Já as provas de proficiência são realizadas apenas por candidatos estrangeiros, visto que esses exames possuem o intuito de testar o conhecimento e a fluência dos estudantes internacionais na língua utilizada durante as aulas de determinada instituição”, complementa Tais Dau, professora do Setor Internacional do Colégio Etapa São Paulo.

Existem diferentes testes que são aceitos pelas instituições de ensino superior do exterior. Conheça, a seguir, os principais exames de admissão e descubra como escolher a opção certa para você.

 

SAT e ACT

O SAT e o ACT são as principais provas padronizadas requisitadas pelas universidades do Canadá, dos Estados Unidos e do Reino Unido. Esses testes têm o intuito de avaliar o desempenho acadêmico dos candidatos de diversos colégios e contextos ao redor do mundo.

O SAT é dividido em duas seções: Inglês, que conta com o Reading Test e o Writing and Language Test; e Matemática, que, por sua vez, é dividida entre o Math Test – Calculator e o Math Test – No Calculator. Dessa forma, o exame avalia a capacidade de análise, leitura e escrita na língua inglesa, além do conhecimento em tópicos matemáticos que fazem parte do programa do Ensino Médio.

Os candidatos possuem 100 minutos para resolver as questões que envolvem a leitura, a interpretação e a escrita em inglês e outros 80 minutos para responder a seção de Matemática. Dessa forma, os estudantes têm 3 horas para resolver 154 questões de múltipla escolha.

Já o ACT, além de possuir os testes de Inglês e de Matemática, conta com uma seção de Ciências. “Essa parte busca avaliar o conhecimento dos estudantes por meio de questões que apresentam as descrições de experimentos, exigindo que eles respondam a perguntas sobre seus resultados”, afirma Cossa.

Os candidatos contam com 175 minutos, ou seja, 2 horas e 55 minutos para resolver 215 questões. O tempo de duração desse teste de aptidão é distribuído da seguinte forma:

  • Leitura e interpretação de textos: 35 minutos;
  • Inglês: 45 minutos;
  • Matemática: 60 minutos;
  • Ciências: 35 minutos;

Além disso, o ACT oferece uma prova de redação opcional. Anteriormente, essa opção também era disponibilizada pelo SAT, mas o teste redacional foi extinto em 2021. Ademais, vale destacar que ambos os exames são aplicados em um local pré-definido.

“Uma diferença entre esses testes padronizados envolve seus formatos. O ACT é realizado em um computador, enquanto o SAT é feito no papel. Mas as notas de ambas as provas são calculadas com base em um sistema de escala, que converte o número de respostas corretas em uma pontuação proporcional. No ACT, as notas de cada seção variam de 1 a 36 pontos. Já no SAT, a pontuação de cada parte, Inglês e Matemática, fica entre 200 e 800 pontos”, informa Cossa.

 

TOELF, IELTS e Duolingo

“Cada exame de proficiência possui algumas características particulares, mas todas as provas testam as quatro habilidades necessárias para ter fluência em uma língua: leitura, escrita, audição e conversação. No caso do Test of English as a Foreign Language (TOEFL) e do International English Language Testing (IELTS), as provas são aplicadas em um local pré-definido. Já o Duolingo English Test pode ser feito em casa”, destaca Dau.

“Os exames de proficiência mais comuns para a língua inglesa são o TOEFL e o IELTS. O TOEFL, que predomina nos Estados Unidos, é oferecido em formato digital, enquanto o IELTS, que prevalece na Europa e em diversos países com aulas ministradas em inglês, pode ser realizado tanto na versão impressa quanto na virtual. Já o Duolingo tem sido aceito cada vez mais, inclusive por instituições renomadas como a Harvard University, por exemplo”, expõe Cossa.

“Uma diferença entre esses testes é que as partes relacionadas às capacidades de audição e de escrita no idioma do IELTS não possuem apenas questões de múltipla escolha. Além disso, a seção ligada à avaliação das habilidades de oratória envolve uma entrevista com um examinador. Já no TOEFL, os candidatos têm suas respostas gravadas pelo computador”, ressalta Dau.

“Vale destacar também que o Duolingo não possui seções fechadas. Em vez disso, as perguntas, disponibilizadas de forma digital, surgem de maneira aleatória, o que exige que os candidatos demonstrem a capacidade de alterar rapidamente a aplicação das competências de leitura, escrita, escuta e fala”, comenta Cossa.

“Outro diferencial do Duolingo é que os estudantes precisam gravar um vídeo ao final do teste para que os admissions officers¹ possam avaliar melhor o perfil dos candidatos. Além disso, esse exame possui um excelente custo benefício e, ainda, seu tempo de duração é menor do que outras provas”, acrescenta Dau.

 

O que os estudantes devem considerar na hora de escolher os exames de admissão?

“Em primeiro lugar, os estudantes devem selecionar as universidades para as quais desejam se candidatar e, em seguida, começarem a se preparar para os exames que são exigidos por cada instituição. Nos sites oficiais das universidades, é possível checar quais são os testes exigidos. Depois, os candidatos podem fazer simulados nos portais oficiais dos exames, contribuindo para eles se familiarizarem com cada prova. Assim, eles podem avaliar com quais delas se identificaram mais e tiveram o melhor desempenho”, sugere Cossa.

“O desempenho mínimo para ser considerado em um processo de candidatura do exterior depende dos critérios adotados por cada universidade. As instituições de ensino superior mais competitivas costumam exigir, pelo menos, 1.450 pontos no SAT e 33 no ACT. As notas nas provas de proficiência também variam de acordo com as universidades, mas a pontuação mínima tende a ser de 100 pontos no TOEFL, 7 no IELTS e 120 no Duolingo”, afirma Dau.

 

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¹Admissions officers: profissionais responsáveis pelos processos de admissão de uma instituição de ensino superior do exterior.

 

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