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Saiba como usar a nota do Enem para estudar fora

Descubra como você pode usar a nota do Enem para estudar fora.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é a principal forma de ingresso para o ensino superior brasileiro. Mas você sabia que a prova também pode ser utilizada por estudantes que desejam estudar no exterior?

“O Enem é amplamente aceito em Portugal. Mas a prova só pode ser utilizada por estudantes brasileiros sem cidadania portuguesa. Os cidadãos portugueses só podem entrar nas universidades do país por meio do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior. Já em outros países, a aceitação do Enem não é tão ampla, mas há universidades específicas que reconhecem o exame”, explica Ariel Setton, college counselor do Colégio Etapa.

“Os estudantes também podem utilizar a nota do Enem para ingressar em algumas universidades do Canadá e da Europa. Além disso, algumas instituições americanas de ensino superior aceitam a prova em substituição às provas padronizadas”, complementa Cristina Tavares, coordenadora do Setor Internacional do Colégio Etapa.

Quer saber mais? Então confira uma lista com várias universidades do exterior que aceitam o Enem.

Saiba como usar a nota do Enem para estudar fora e conheça as universidades do exterior que aceitam o exame

 

Como usar a nota do Enem para estudar fora?

Se o seu filho deseja estudar fora, é fundamental, antes de mais nada, se atentar aos requisitos dos processos de candidatura das instituições de ensino superior do exterior. Isso porque o application¹ é muito diferente do vestibular brasileiro. Inclusive, as universidades do exterior que aceitam o Enem não utilizam o Sistema de Seleção Unificada (SiSU) .

“Os processos de admissão de muitas instituições internacionais de ensino superior são subjetivos, já que tais universidades avaliam características acadêmicas e pessoais. No Canadá, por exemplo, os candidatos precisam enviar o histórico escolar e uma carta de recomendação, além de comprovarem um bom desempenho no Enem e em uma prova de proficiência em inglês ou francês, o que varia de acordo com a instituição pretendida. Ademais, vale destacar que, para cursos ligados às Artes, as universidades do exterior podem exigir um portfólio ou uma audição”, informa Tavares.

Por isso, é fundamental que os estudantes se informem sobre todos os requisitos dos processos de admissão das universidades pretendidas com antecedência, já que as exigências podem variar de acordo com o país e a instituição.

“Os candidatos podem buscar informações sobre as universidades pretendidas e seus processos seletivos nos sites oficiais. E caso os estudantes tenham alguma dúvida, eles podem enviar um e-mail para as instituições ou buscar orientações junto aos órgãos governamentais de apoio a estrangeiros com interesse em estudar no exterior, como o Campus France, o Education USA e o Study Canada”, sugere Tavares.

Além disso, os candidatos também devem aproveitar esse momento para pesquisar sobre o ensino superior dos países pretendidos. Isso porque, dependendo da nação escolhida, os estudantes poderão ter que passar pelo foundation year² antes de iniciarem suas graduações.

 

University of Bristol: saiba como usar a nota do Enem para estudar fora

University of Bristol

 

“Na Europa, o Enem pode não ser suficiente para que os brasileiros ingressem diretamente no ensino superior. Isso porque existe uma diferença entre a educação básica brasileira em comparação com outros países. Por isso, os brasileiros podem ter que cursar o foundation year para obterem essa equivalência. Em compensação, a graduação na Europa dura três anos. Logo, mesmo que o estudante tenha que fazer o foundation year, ele obterá seu diploma em quatro anos, tempo semelhante à graduação no Brasil”, destaca Tavares.

“Contudo, os candidatos podem ingressar diretamente no ensino superior de algumas instituições da Holanda, por exemplo. Mas, para tanto, as universidades podem exigir um bom desempenho no histórico escolar, no Enem e em uma prova padronizada americana. Além disso, em países como Portugal, por exemplo, os brasileiros vão direto para a graduação”, afirma Tavares.

 

Como estudar fora com a nota do Enem?

Agora que você já sabe quais instituições internacionais de ensino superior aceitam o Enem e quais são os requisitos adicionais que podem ser exigidos pelas universidades para considerarem esse exame, pode estar se perguntando: mas, afinal, qual deve ser a minha nota nessa prova para que eu seja aceito?

“É recomendável obter, pelo menos, 700 pontos na média do Enem. Alguns estudantes podem ser aprovados com notas mais baixas, mas as chances são menores. Além disso, é importante destacar que algumas instituições dão pesos diferentes a cada prova do Enem, dependendo do curso escolhido pelo candidato. Os estudantes que desejam estudar Engenharia no exterior precisam se destacar em Exatas, por exemplo”, informa Setton.

“Por isso, os estudantes devem se dedicar aos estudos ao longo de todo o Ensino Médio para que possam ter um bom desempenho no Enem e um excelente histórico escolar. Assim, os candidatos não só terão maiores chances de serem admitidos em instituições de ensino superior do exterior, como também de conquistar bolsas por mérito acadêmico”, afirma Tavares.

“Por último, os estudantes devem ficar atentos aos prazos para preencher as plataformas de candidatura das universidades internacionais. Geralmente, as instituições de ensino superior do exterior fornecem uma plataforma on-line para os estudantes enviarem o resultado do Enem, além de outros documentos. E pode ser necessário traduzir as informações fornecidas para o inglês ou o idioma local”, conclui Setton.

 

Gostou dessas dicas sobre como usar a nota do Enem para estudar fora? Aproveite para ajudar outros pais e estudantes a saberem mais sobre os processos de admissão das universidades do exterior. Compartilhe esse conteúdo em suas redes sociais! O Colégio Etapa está no Facebook, no Instagram e no Youtube!

 

¹Application: Conjunto de documentos e informações requisitados por instituições americanas e canadenses nos processos de admissão.

²Foundation year: Curso introdutório à graduação requerido por muitas universidades do exterior, com o propósito de fazer a equivalência do número de anos cursados na educação básica por estudantes estrangeiros em relação à legislação do país no qual a instituição está situada.

 

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