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Olimpíadas Científicas

Alunos são premiados na Olimpíada Ibero-Americana de Física

Por Colégio Etapa em 15/12/2020
No total, a delegação brasileira conquistou quatro medalhas de ouro na Olimpíada Ibero-Americana de Física.

Lucas Shoji e Lucas Takayasu, alunos do Colégio Etapa, conquistaram duas medalhas de ouro na XXV Olimpíada Ibero-Americana de Física (OIbF). Devido à pandemia da Covid-19, a competição, que contou a participação de 66 competidores de 18 países, ocorreu virtualmente entre os dias 6 e 12 de dezembro.

O resultado dos nossos alunos é ainda mais expressivo se considerarmos o baixo número de medalhas concedidas pelo comitê organizador do torneio: apenas seis estudantes conquistaram medalhas de ouro em 2020.

“Apesar das limitações impostas pela pandemia da Covid-19, nós conseguimos reinventar o nosso treinamento, oferecendo uma preparação virtual com a mesma qualidade da presencial. E estamos muito satisfeitos, porque esse esforço coordenado dos professores refletiu diretamente no bom desempenho dos nossos alunos”, afirma Bruno Albuquerque, professor de Física do Colégio Etapa.

No total, a equipe que representou o Brasil na OIbF conquistou quatro medalhas de ouro e encerrou a competição em 1º lugar no ranking geral.

 

Sobre a Olimpíada Ibero-Americana de Física

A OIbF foi realizada pela primeira vez em 1991, na Colômbia. Após um hiato de seis anos, o evento passou a ocorrer anualmente a partir de 1997, sempre em um país diferente. Os principais objetivos do torneio são difundir o estudo da Física e desenvolver novos talentos nessa área do conhecimento por meio da troca de experiências entre os estudantes, da aproximação entre os países e da realização de congressos e concursos científicos.

Para participar da competição, os jovens precisam ter menos de 18 anos e residir na Espanha, em Portugal ou em um dos países que integram a América Latina. Além disso, os estudantes não podem ter participado de outras edições da OIbF ou da Olimpíada Internacional de Física (IPhO).

 

Conheça os nossos alunos medalhistas:

Lucas Shoji – medalhista de ouro

Lucas Shoji, 17 anos, é natural da cidade de Hannover, na Alemanha, e iniciou os estudos no Colégio Etapa Vila Mariana na 1ª série do Ensino Médio em 2018. Assim que soube que nossa escola oferece preparação olímpica para as competições de diversas matérias, o aluno se inscreveu na equipe de sua disciplina favorita: Física. Depois, ele também começou a se dedicar aos torneios de Astronomia e, desde então, tem colecionado medalhas.

Entre 2018 e 2020, ele conquistou duas medalhas de ouro na Olimpíada Paulista de Física (OPF), outros dois ouros na Olimpíada Brasileira de Física (OBF) e mais duas medalhas de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA).

Lucas também se destacou em competições internacionais: recebeu uma menção honrosa na International Olympiad on Astronomy and Astrophysics (IOAA) em 2019; conquistou uma medalha de ouro na International Astronomy and Astrophysics Competition (IAAC) em 2020; uma medalha de prata na Olimpíada de Física dos Países Bálticos (NBPhO) em 2020; e, recentemente, ganhou uma medalha de ouro na Global e-Competition on Astronomy and Astrophysics (GeCAA).

“As olimpíadas têm sido muito benéficas para mim, pois, por meio delas, eu aprendi a ter a determinação e o foco necessários para perseguir as minhas metas. Além disso, eu fiz amizade com pessoas incríveis, que me incentivaram a seguir a carreira de cientista”, conta Shoji.

 

Lucas Takayasu – medalhista de ouro

Lucas Takayasu, 16 anos, é paulistano e atualmente cursa a 2ª série do Ensino Médio no Colégio Etapa Vila Mariana. O jovem iniciou os estudos na nossa escola em 2019, após ter alcançado um bom desempenho no Desafio Etapa, que lhe rendeu uma bolsa de estudos.

“Além disso, eu fui incentivado pelo meu irmão mais velho, que já estudou no Etapa e sempre comentava sobre a tradição da escola em competições estudantis, nos vestibulares brasileiros e nos processos de seleção das universidades internacionais”, relembra Takayasu.

No mesmo ano, Lucas ingressou na equipe olímpica de Física do Colégio e alcançou um resultado muito expressivo, conquistando uma medalha de prata na Olimpíada Internacional Júnior de Ciências (IJSO). “Naquela época, participar de um torneio internacional parecia um sonho distante e impossível, mas eu pude contar com todo o apoio dos professores para me desenvolver e conquistar uma vaga na delegação brasileira da competição”, diz Takayasu.

Além da premiação na IJSO, Lucas obteve resultados importantes em outros torneios: menção honrosa no Torneio Virtual de Química (TVQ) em 2019; uma medalha de ouro e o prêmio Prof. Geraldo Vicentini, destinado ao estudante com o melhor desempenho entre todos os competidores, na Olimpíada de Química de São Paulo (OQSP) em 2020.

Ademais, ele ganhou uma medalha de ouro na Olimpíada Paulista de Física (OPF) em 2019; uma medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Física (OBF) em 2019; e uma medalha de bronze na Olímpiada de Física dos Países Bálticos (NBPhO) em 2020.

O quadro de medalhas de Lucas ainda inclui outras conquistas importantes ao longo de 2019: um ouro na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC); um ouro na Olimpíada Brasileira de Ciências (OBC); um ouro na Olimpíada Brasileira de Informática (OBI); um ouro na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR); um ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA); uma prata no Canguru de Matemática; e uma menção honrosa na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP).

Lucas ressalta que a participação na equipe olímpica tem outros benefícios além dos resultados acadêmicos. “As medalhas são a recompensa por toda a dedicação aos estudos, demonstrando que nada tem sido em vão e fazendo com que eu me sinta mais confiante e motivado a seguir. Além disso, as competições estudantis me proporcionaram experiências únicas, como conhecer outras culturas e países, ampliando a minha percepção sobre o mundo”, conclui.

 

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