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Aprovações Internacionais 2020: Matheus Saraiva de Morais

Por Colégio Etapa em 23/06/2020
Matheus Saraiva de Morais escolheu estudar na University of Toronto - St. George Campus.

Case Western Reserve University e University of Toronto

Matheus Saraiva de Morais, 18 anos, iniciou os estudos no Colégio Etapa Valinhos na 1ª série do Ensino Médio em 2017. “Quando cheguei ao Etapa, já sabia que queria cursar Medicina. E, por se tratar de uma carreira concorrida, eu precisava me preparar de uma forma mais intensa. Então decidi ingressar nas equipes olímpicas para aprofundar os meus conhecimentos sobre as matérias que seriam mais cobradas nos vestibulares”, relembra.

Nos últimos três anos, a participação em olimpíadas estudantis rendeu 11 premiações a Matheus: uma medalha de prata na Olimpíada de Química de São Paulo (OQSP) em 2018; uma menção honrosa na Olimpíada Brasileira de Química (OBQ) em 2018; uma medalha de bronze e uma de prata na Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), respectivamente em 2018 e 2019.

A lista ainda inclui uma medalha de prata e uma de bronze na Olimpíada Brasileira de Linguística (OBL), nessa ordem, em 2018 e 2019; uma medalha de bronze na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) em 2019; uma medalha de ouro e uma de prata no Canguru de Matemática, respectivamente em 2018 e 2019; e duas menções honrosas na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP) em 2018 e 2019.

Além dos resultados olímpicos, Matheus se engajou em algumas atividades extracurriculares: em 2018, o jovem viajou aos Estados Unidos para participar do programa de estágio do departamento de Cirurgia Cardiotorácica do Stanford Hospital e ainda fez um curso de verão sobre o mesmo tema na Stanford University. Ao retornar ao Brasil, ele ministrou um curso sobre o que aprendeu para os colegas do Etapa.

“Essa experiência foi especialmente importante para o meu amadurecimento, porque eu desenvolvi competências como a liderança, o trabalho em equipe e a capacidade de coordenar projetos”, destaca.

Em outra ocasião, Matheus construiu, junto com alguns colegas da atividade extracurricular de Biologia, uma composteira para o restaurante do Colégio, com o objetivo de transformar todo o lixo orgânico em adubo.

E para recarregar as energias ele praticava esportes – atletismo, boxe, muay thai, tênis e vôlei, que é a sua modalidade favorita – e tocava instrumentos musicais, como o baixo elétrico e o piano. De acordo com Matheus, essas atividades foram as responsáveis por “garantir o bem-estar físico e mental durante o application¹”.

 

Medicina no exterior?

Os jovens que pretendem estudar Medicina no exterior devem avaliar previamente qual é o objetivo após a conclusão do curso superior para evitar problemas legais ou o adiamento do exercício da profissão. Se a intenção for residir no exterior, é preciso verificar a legislação com relação ao visto de trabalho, já que nem todos os países garantem a permanência de estrangeiros por tempo indeterminado. Agora, se o estudante deseja retornar ao Brasil para exercer a Medicina, é preciso avaliar com cautela os trâmites que envolvem essa opção. Nesse caso, os esforços para obter a revalidação do diploma podem envolver anos adicionais de estudo, desencorajando aqueles que pensam em seguir esse caminho.

No caso do Matheus, ele decidiu seguir adiante com o plano de estudar Medicina no exterior porque pretende residir no Canadá. “Pesquisei sobre o assunto e concluí que o país oferece muitas oportunidades para quem busca a residência permanente ou a cidadania canadense após a obtenção do diploma. As leis imigratórias do Canadá são favoráveis aos estudantes internacionais que cursam a graduação no país”, ressalta.

“Além disso, as universidades têm muito a ver com o meu perfil. São instituições de ensino que incentivam a produção científica e oferecem centenas de atividades extracurriculares, proporcionando não só o desenvolvimento acadêmico, mas também o desenvolvimento pessoal”, destaca Matheus.

Mas quem deseja estudar Medicina no exterior precisa se preparar para uma longa jornada, assim como ocorre no Brasil. A diferença é que as universidades da América do Norte, ao contrário das brasileiras, não oferecem o curso de graduação em Medicina. Inicialmente, o estudante precisa ser aprovado em um curso superior da área de Ciências Biológicas e, depois de se formar, ele pode se candidatar a um programa de pós-graduação em Medicina.

 

O segredo do sucesso

Depois de toda essa preparação, Matheus Saraiva de Morais foi aprovado na Case Western Reserve University, localizada nos Estados Unidos, e em três unidades da canadense University of Toronto – Mississauga, Scarborough e St. George, onde ele irá estudar. Além desses resultados, o jovem também foi aprovado no curso de Ciências Biológicas da Universidade de São Paulo (USP).

“Na minha opinião, três fatores influenciaram a minha aprovação: o primeiro foi o estágio em Stanford, que foi muito valorizado nos processos de seleção das universidades internacionais. Por isso, é altamente recomendável que, se possível, os estudantes interessados em fazer uma graduação no exterior participem de algum programa de verão”, aconselha.

“Em segundo lugar, eu mostrei às universidades quem eu realmente sou. As instituições de ensino superior internacionais procuram pessoas que se identificam com a sua cultura e com as atividades extracurriculares que oferecem, por isso é importante pesquisar muito para encontrar uma que tenha a ver com o seu perfil. Por fim, contei com o apoio do Setor Internacional, que compartilhou dicas desde a redação das essays² até a gestão do tempo nas provas de proficiência. Essa atenção aos detalhes fez toda a diferença no final”, conclui.

 

Matheus Saraiva de Morais cursará Ciências Biológicas na University of Toronto.

University of Toronto - campus St. George 

 

Sobre a University of Toronto

A University of Toronto é considerada a melhor universidade do Canadá, de acordo com o ranking QS World University. Trata-se uma instituição de grande porte, com mais de 70 mil alunos, sendo que 20% deles são estrangeiros.

A University of Toronto também é a instituição de ensino que mais recebe investimentos em pesquisa no país, o que possibilita inúmeras descobertas científicas e faz com que ela seja considerada um dos maiores polos de pesquisa do mundo.

 

¹Application: processo de seleção para as universidades americanas.

²Essays: redações obrigatórias no processo seletivo das instituições de ensino superior americanas.

 

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