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Histórias para inspirar: Guilherme Ávila de Camargo

Por Curso Etapa em 21/06/2021
Guilherme Ávila de Camargo destaca o papel dos professores e dos plantonistas durante a sua preparação para os vestibulares.

“Fiquei muito emocionado quando soube da minha aprovação. O calendário dos principais vestibulares passou por diversas mudanças, devido à pandemia da Covid-19, e o resultado que eu mais esperava foi justamente o último a ser divulgado”, relembra Guilherme Ávila de Camargo, aprovado no curso de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Além da aprovação na Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp), o jovem também passou nos exames da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), da Faculdade de Medicina de Marília (Fanema) e da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp).

Guilherme, que prestou vestibular por dois anos consecutivos, fez o possível para evitar que a pandemia afetasse sua preparação. “Em 2020, estabeleci uma rotina na qual eu acordava todas as manhãs e assistia às aulas do Curso no período matutino. Logo após o almoço, eu me dedicava à revisão dos conteúdos e à resolução dos exercícios das apostilas”, explica.

“Para mim, essa dinâmica funcionou melhor do que estudar por longos períodos. Posso afirmar que incluir momentos de descanso em meio à rotina de estudos também fez toda a diferença para que eu tivesse um bom desempenho nas provas, pois consegui manter a concentração e um ritmo produtivo até o início dos vestibulares”, destaca Guilherme.

E para esclarecer as dúvidas sobre os assuntos mais cobrados e a estrutura das redações, Guilherme contou com a ajuda dos nossos plantonistas. “Na modalidade remota, eu tive acesso a todos os recursos disponíveis no ensino presencial. E isso foi muito bom, especialmente para testar meus conhecimentos sobre as redações. Eu enviava o texto por meio do Escreve Etapa e, muitas vezes, recebia as orientações dos plantonistas no mesmo dia”, diz.

Ainda sobre as redações, o jovem compartilha uma dica. “Eu diria que o segredo para ir bem nessa prova é ser persistente. O estudante deve ter em mente que a prática o ajudará a formular argumentos convincentes e adequados às propostas de cada um dos exames. No meu caso, eu participava das oficinas de texto, redigia redações semanalmente e sempre conversava com os plantonistas para entender quais aspectos poderiam ser revistos”, completa.

O ex-aluno do Curso destaca, ainda, o papel dos professores durante a sua preparação. “O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por exemplo, é uma prova que costuma ser diferente dos demais vestibulares. Por isso, os professores sempre compartilhavam dicas para nos ajudar a interpretar os textos e os comandos das questões. E graças aos conselhos que recebemos nas aulas, eu alcancei a nota máxima na prova de Matemática e suas Tecnologias”, destaca.

Para Guilherme, os simulados realizados pelo Etapa também tiveram papel fundamental para a melhora do seu desempenho. “Esses testes foram o principal termômetro para avaliar a evolução do meu aprendizado. Por meio deles, pude identificar meus pontos fortes e quais eram os conteúdos que eu precisava rever para ir bem nas provas”, afirma.

Por último, Guilherme Ávila de Camargo compartilha outra questão que contribuiu para que ele se destacasse nos exames: os reforços. “As apostilas de reforço foram essenciais durante a revisão final, pois esses materiais contam com as resoluções completas das questões mais cobradas nos vestibulares de Medicina. Dessa forma, eu compreendi as particularidades das provas, o que me ajudou na resolução os exercícios”, conclui.

 

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