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Por que vale a pena estudar em Portugal? Confira 4 motivos

Escrito por Colégio Etapa | 25/02/2021 11:00:00

Segundo o relatório do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Portugal, os brasileiros constituem a maior comunidade de estrangeiros vivendo no país. Apenas em 2019, o governo português concedeu cerca de 49 mil vistos para cidadãos do Brasil e, desse total, 11% deles solicitaram visto de estudante.

E os motivos para tantos brasileiros se interessarem por Portugal podem ser explicados por diversos fatores. No caso dos estudantes, a procura pelas instituições de ensino portuguesas tem crescido a cada ano e, atualmente, 50 universidades de Portugal consideram os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em seus processos seletivos.

Quer saber mais? Então confira a seguir quatro motivos para você avaliar a inclusão das instituições de ensino portuguesas em sua lista de universidades e saiba quais são os requisitos necessários para estudar em Portugal.

 

Por que estudar em Portugal?

1) Excelência acadêmica

As universidades portuguesas são muito prestigiosas e ocupam posições de destaque nos principais rankings educacionais do mundo. “Portugal é um país com uma longa tradição no campo da educação. A Universidade de Coimbra, por exemplo, foi fundada em 1290 e é uma das instituições de ensino superior mais antigas do mundo. Por conta disso, os estudantes que decidem estudar em uma universidade portuguesa sabem que, independentemente da escolha, ingressarão em uma instituição de alto nível acadêmico”, afirma Ariel Setton, college counselor do Setor Internacional do Colégio Etapa.

Confira abaixo a lista das sete melhores universidades do país, de acordo com os rankings Times Higher Education e QS World University:

As universidades portuguesas investem de forma significativa na produção de pesquisas científicas e, ainda, priorizam a formação integral dos seus alunos”, destaca Cristina Tavares, coordenadora do Setor Internacional do Colégio Etapa.

“Um exemplo disso é o modelo educacional adotado pelas universidades, no qual o estudante pode cursar a graduação, que dura três anos, ou o Mestrado Integrado, com a duração total de cinco anos. Ao final desse ciclo letivo, o jovem sairá da universidade com ótimas qualificações e, consequentemente, terá mais chances de ingressar no mercado de trabalho”, completa Tavares.

 

2) Custo-benefício

Além da excelência acadêmica, responsável pela formação de gerações de professores e alunos de alto nível, Portugal também se destaca pelo custo-benefício. “Por se tratar de um país pequeno, o governo incentiva a qualificação de seus estudantes por meio de diversos subsídios, que tornam o valor do curso acessível. E, em alguns casos, o custo de uma graduação em Portugal equivale ao de uma instituição de ensino privado no Brasil, apesar da desvalorização do real frente ao euro”, afirma Tavares.

 

3) Adaptação

Para os brasileiros, o principal facilitador da adaptação em Portugal é o idioma. “Uma das vantagens de estudar em Portugal é que os estudantes oriundos de países lusófonos não precisam realizar testes de proficiência durante os processos de seleção, por exemplo. Durante as aulas, sempre haverá diferenças fonéticas entre os idiomas falados nos dois países, mas nada que comprometa a assimilação dos conteúdos”, observa Tavares. “Já para aqueles que não falam português fluente, as universidades também oferecem aulas ministradas em inglês”.

Outra vantagem de estudar em Portugal é que os universitários podem usufruir dos benefícios concedidos pela União Europeia, bloco econômico do qual o país faz parte. “Uma das iniciativas mais populares entre os estudantes é o Erasmus+, no qual eles podem se inscrever em programas de intercâmbio oferecidos pelas universidades dos 27 países do bloco. Essa mobilidade geográfica é muito benéfica porque os participantes têm acesso a uma série de oportunidades de desenvolvimento acadêmico, humano e profissional, desde o voluntariado até a inserção no mercado de trabalho”, explica Tavares.

Já o jovem que escolhe cursar a graduação integralmente em Portugal também conta com inúmeras vantagens. De acordo com o Índice Global da Paz 2020, promovido pelo Instituto para a Economia e Paz, Portugal foi eleito o terceiro país mais pacífico do mundo, considerando critérios como segurança urbana, as relações diplomáticas com outras nações e a baixa incidência de conflitos domésticos, por exemplo.

“A maioria das universidades portuguesas não possui acomodações para os estudantes, o que pode ser determinante para que algumas famílias prefiram universidades de outros países, que sejam mais estruturadas nesse sentido”, diz Tavares. “Por outro lado, Portugal oferece todas as condições para que o estudante possa residir e estudar em segurança, de modo que a ausência de acomodações dentro dos campi se torna apenas um detalhe”, complementa.

“Além disso, os municípios onde estão localizadas as principais instituições portuguesas de ensino superior contam com toda a infraestrutura para receber os estudantes internacionais. Coimbra, Lisboa e Porto, por exemplo, são cidades cosmopolitas que concentram a maioria das universidades, de forma que os jovens têm a oportunidade de conhecer pessoas com os mesmos interesses e aptidões, e ainda podem explorar o que a Europa tem de melhor em termos de cultura, gastronomia e turismo”, comenta Setton.

 

4) Processo seletivo simplificado

O processo de seleção das universidades de Portugal é simples e conta com poucas etapas em comparação com outros países. No caso dos estudantes brasileiros, a candidatura inclui os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o histórico escolar do Ensino Médio e, ainda, o preenchimento de um formulário on-line. É importante lembrar que o desempenho no Enem não é considerado nos casos dos candidatos que já possuem cidadania portuguesa ou europeia.

“As instituições de ensino também podem solicitar o envio de documentos adicionais, como redações e cartas de recomendação, por exemplo. Por isso, o estudante precisa estar preparado e pensar em todas as etapas do processo”, ressalta Setton.

“Além disso, o candidato precisa construir uma trajetória coerente ao longo do Ensino Médio. Não basta estudar apenas no último ano, pois as universidades avaliarão o desempenho em todas as fases desse ciclo de ensino”, conclui Cristina.

Já aqueles que possuem dupla cidadania devem prestar vestibular diretamente nas universidades portuguesas. E em caso de aprovação, os candidatos com a cidadania europeia terão a vantagem de arcar com uma anuidade menor.

 

Agora que você já sabe os motivos pelos quais vale a pena estudar em Portugal, siga-nos no Facebook, no Instagram e inscreva-se no nosso canal do Youtube para conferir outras vantagens de estudar fora do Brasil!